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O trabalho em cobre tem raízes profundas em Castelo de Paiva, sendo um dos ofícios artesanais mais distintivos da região. Esta tradição ganhou particular relevância a partir da década de 40 do século passado, quando uma fábrica local de cobre chegou a empregar cerca de sessenta pessoas, testemunhando a vitalidade do ofício.
Entre as peças mais emblemáticas, destacam-se os alambiques de cobre, que nos recordam a viticultura, uma atividade enraizada na paisagem e identidade paivenses.
Mas o trabalho em cobre em Castelo de Paiva não se limita aos alambiques. O artesanato local inclui também uma variedade de utensílios de cozinha, vasos, candeeiros, e objetos decorativos, que aliam funcionalidade, beleza e tradição.
Este saber-fazer, passado de geração em geração, constitui um importante património imaterial que importa preservar e valorizar. Para além da sua relevância histórica e cultural, a produção artesanal em cobre continua a atrair visitantes, colecionadores e entusiastas do artesanato tradicional, contribuindo para a economia local e para a afirmação da identidade regional.
Em Castelo de Paiva, o cobre não é apenas metal: é memória moldada pelas mãos, brilho que resiste ao tempo.